quinta-feira, 24 de julho de 2014

Pelo Fim do Massacre na Faixa de Gaza




Já são mais de 600 irmãos nossos que foram covardemente assassinados sobre a Faixa de Gaza. Como não se indignar diante de uma barbaridade dessas?  Por um lado o governo dos EUA pede paz, por outro financiam o estado de Israel para cometer tais atos, enquanto a ONU apenas assiste sem fazer absolutamente nada. Aliás, já não é nenhuma novidade o quanto a ONU se vendeu.
Como não se indignar? É um massacre declarado! Não há nada de Conflito histórico ocorrendo ali. Há os interesses daqueles que, mais uma vez, querem dividir, conquistar e lucrar com a destruição da espécie humana.

Rebele-se contra essa situação! Se nos causa horror o que Hitler fez com os judeus, ou o que houve na guerra do Vietnam também deve nos causar dor e indignação o que faz hoje o Estado de Israel com o povo palestino. Proteste! Erga sua voz pela paz e a justiça social no mundo!

domingo, 1 de junho de 2014

Reitoria Volta Atrás no Corte das Bolsas da UAST

 
Só a mobilização estudantil pode garantir a manutenção dos direitos conquistados
Não é de hoje que os estudantes da UAST enfrentam dificuldades em relação a informações, sobretudo quando se trata da Reitoria. No último 12 de maio de 2014, cerca de 40 estudantes foram surpreendidos com o anuncio de que suas bolsas foram cortadas. O motivo: reprovações ou estarem “perto de concluírem seus cursos”, o que surpreendeu Camila Lima, estudante do 7° de Biologia da unidade, que esteve bem próxima de abandonar seu curso por não ter outra fonte de renda a não ser a bolsa de apoio acadêmico recebida na unidade:
“Eu já estava preocupada com o atraso da bolsa, quando recebi a notícia que ela foi cortada, assim, sem nenhum aviso prévio, não soube nem o que fazer direito.” Afirma Camila, que não é de Serra talhada, e, assim como vários “UASTianos”, amarga a dificuldade de pagar um aluguel caríssimo na cidade, além da falta de um transporte regular no interior.
“A pessoa que é de outra cidade e vive com esta bolsa como é que fica? se a PROGEST diz que essa bolsa é uma ajuda (incentivo) para que o aluno possa se formar sem ter que desistir do curso por falta de dinheiro por que agora quando se está prestes a se formar a bolsa é cortada?”
Em reunião com a reitora, formada por uma comissão de bolsistas, a União dos Estudantes de Pernambuco (UEP) e o movimento Resistência, dia 15 de maio, a reitora Maria José afirmou que havia ocorrido uma “falha na comunicação na UFRPE” e que o fato seria analisado”. Porém, o que a UFRPE chamou de “falha de comunicação” foi recebido de outro modo pelos bolsistas. Segundo alguns estudantes que tiveram suas bolsas cortadas, mas não quiseram divulgar seus nomes, a informação que receberam por parte da PROGEST foi que quem houvesse repetido quatro cadeiras, que estivesse perto de concluir seu curso ou quem tivesse retido duas vezes seguidas teria sua ajuda de custo cortada. Uma lista teria sido elaborada com os nomes dos alunos, mas tal lista não poderia ser divulgada para os próprios bolsistas.
Ainda não satisfeitos com essa resposta, em reunião do CTA (Conselho Técnico Administrativo) dia 22 de maio, colocamos essa questão em pauta, pedimos que essa fosse resolvida, e a resposta que recebemos da diretora da Unidade Acadêmica foi: “Eu fiquei sabendo disso ontem através de um aluno que foi na minha sala, chorando, por que sua bolsa tinha sido cortada. Não se pode resolver as coisas assim. Tem alunos que conseguiram a bolsa no 5º período, por exemplo, e já tiveram a bolsa cortada. Estamos tomando as devidas providências. Conversarei com Mendes (pró-reitor de gestão, ensino e extensão).”

Após os estudantes terem se mobilizado e preparado um dossiê com todos os documentos relativos às bolsas da PROGEST (editais, resoluções do CONSU, artigos do PNAES e etc.) e se disporem a ir à luta pela imediata retomada das bolsas, a PROGEST resolveu voltar atrás de sua decisão, resolvendo a “falha de comunicação” que havia ocorrido anteriormente, no mesmo dia em que ocorreu a reunião do CTA. As bolsas já foram devolvidas aos estudantes e a promessa é que não haja mais esse tipo de situação, afinal de contas, assistência estudantil não é um favor nem pode ser visto como meritocracia, nem tão pouco ser cortada assim, sem mais nem menos. Estamos de olho!   


                                 Islene Catão é estudante de Letras da UAST

terça-feira, 13 de maio de 2014

Estudantes se Mobilizam Contra Cortes nas Bolsas da PROGEST



 
Apenas 340 bolsas entre Trasnporte, Alimentação e Apoio Acadêmico para toda a UFRPE

Se a vida acadêmica já é difícil (uma luta antes, durante e depois do vestibular) imagine receber a notícia de que a sua bolsa de assistência estudantil foi cortada sem lhe avisarem? Foi exatamente isso que ocorreu na Unidade Acadêmica de Serra Talhada da UFRPE (UAST). No ultimo dia 12 de Maio de 2014 os estudantes bolsista foram ao banco, como de costume, para retirarem a respectiva ajuda de custo ofertada pela Pró-Reitoria de Gestão Estudantil (PROGEST), porém, para a surpresa de vários bolsistas o dinheiro relativo ao mês de maio não estava disponível. O motivo: atrasos e cortes de bolsas.
O que chamou atenção e causou indignação oi que, segundo os estudantes algumas bolsas teriam sido cortadas pela PROGEST, porém os estudantes não receberam nenhum tipo de aviso, informação ou comentário por parte da Pró-Reitoria sobre o ocorrido. Ao procurar o setor responsável na unidade os estudantes teriam recebido os esclarecimentos que “algumas bolsas teriam sido cortadas por conta da quantidade de reprovações ou tempo para concluir seu curso”.
O que não ficou claro foi o real motivo para o ocorrido. Se a função das bolsas é “manter” o estudante no curso por que cortar a bolsa quando se chega no meio da graduação? Ou mesmo, como estabelecer o critério de “meritocracia” para continuar a receber as bolsas? Se reprovar nas cadeiras é motivo para ter as bolsas cortadas todo estudante que pagar Calculo 1 e 2, Hidráulica, Programação ou Agrometeorologia será um forte candidato a ficar de fora desse processo.
Sabemos que as dificuldades no dia a dia da universidade não são apenas acadêmicas. O fato de não termos um Restaurante Universitário não dificulta nossa vida acadêmica? Como é que um estudante que vem de outra cidade, paga um transporte caro mensalmente para vir até o campus, e passa o dia inteiro em uma instituição que não oferece uma estrutura adequada para melhor recebe-lo vai se manter, sobretudo com uma quantidade insuficiente de bolsas (40 bolsas de apoio, 40 de transporte e 40 de alimentação para esse semestre, segundo o edital da PROGEST em seu site) sendo que hoje a quantidade de estudantes carentes só aumentou?
Se missão da Pró-Reitoria é “promover ações que visam garantir a permanência do estudante” (segundo a resolução N° 1 de 2013 – Plano de Desenvolvimento Institucional 2013-2020- disponível na internet) está certo cortar as bolsas sem avisar previamente, reunindo com os estudantes ou ventilando a informação?    O fato é que a quantidade de estudantes carentes, como exige a resolução (1,5 salário mínimo por família, a chamada “vulnerabilidade econômica”), e esses mesmos estudantes pagam aluguel, pagam transporte, utilizam, na sua grande maioria, bolsas destinadas à alimentação, por exemplo, para pagar a manutenção do próprio curso na universidade, que é pública, mas não é gratuita.
Dessa forma o movimento Resistência e a União dos Estudantes de Pernambuco (UEP) vem convocar a todos os estudantes que lutam por uma assistência estudantil de qualidade, e uma formação acadêmica digna, para se levantar contra essa situação e exigir:


1)      Explicação por parte da PROGEST os devidos esclarecimentos sobre a situação dos cortes, como também dos últimos atrasos das bolsas na UAST;
2)      Pela imediata regulação das bolsas que foram cortadas, bem como explicação do por que não avisarem aos estudantes sobre o corte;
3)      Aumento do numero de bolsas na UFRPE.




                                 "Se tem dinheiro pra copa?
 Tem que ter dinheiro para a assistência estudantil e para educação!"








         Se sua bolsa foi cortada ou está sofrendo atraso entre em contato com o Movimento Resistência: 

                                     UAST: Islene (87)96161296
                                     UAG: Isadora (87)98016244
                                     SEDE: Camila (81)97161721

quinta-feira, 8 de maio de 2014

CEB na UFRPE é Marcado Por Avaliação Negativa da Gestão "Mais Vale o que Será"

CEB foi marcado pela participação dos Diretórios Acadêmicos, apesar  de não haver uma boa divulgação


Dia 8 de Maio de 2014 ocorreu na sede da UFRPE em Recife um Conselho de Entidade de Base (CEB) convocado pelo DCE-UFRPE (gestão Mais Vale o que Será). Na pauta os informes gerais, o debate sobre conjuntura, eleição do DCE e prestação de contas da gestão. Tudo estaria bem, não fosse o fato do CEB não ter conseguido aprovar absolutamente nada, além de uma nova data para outro CEB, mesmo com a possível condição de haver uma greve por parte dos docentes da UFRPE.  
O fato é que, logo de início, a mesa organizadora do conselho, burlando a pauta aprovada pelos 20 DAs presentes ao evento entre a sede, UAG e UAST, colocou no ponto de conjuntura a proposta de PRORROGAR a gestão do DCE por mais seis meses sem haver tido o espaço para a avaliação da atual gestão pelos Diretórios presentes. Além disso, a falta de condução nos trabalhos bem como a imposição da mesa, não abrindo espaço para o plenário colocar as suas propostas e encaminhamentos marcaram toda a reunião.
Para Rita silva, presidente do DA de Letras da UAST “fazer um CEB sem a participação do interior é algo inaceitável”, questionou sobre o fato dos Diretórios de Garanhuns e Serra Talhada não terem sido convocados. Já a vice presidente do DA de Medicina Veterinária da UAG, Meri Rodrigues, “simplesmente não foi levada em consideração a necessidade de se fazer lutas em toda a universidade por parte da atual gestão do DCE”. Para ela a postura da atual diretoria se limitou a fazer uma meia autocrítica por simplesmente não ter feito nenhuma luta específica nas duas unidades do interior, indo apenas nas aulas magnas da UFRPE.
Mesmo com a proibição por parte da mesa de avaliar a gestão do grupo “Mais Vale o que Será” o movimento Resistência levantou a questão. A falta de prestação de contas, a ida ao interior, o não cumprimento das propostas levantadas durante a ultima campanha e o fato de, se quer, haver representação nos conselhos superiores da UFRPE por parte do DCE foram duvidas colocadas na mesa para serem respondidas.
No fim das contas a gestão assumiu a debilidade as frentes do DCE, alegando não ter gente suficiente no interior para tocar as lutas da entidade ou simplesmente fugiam do assunto quando eram questionados. Após várias falas dos estudantes o horário não permitiu sequer concluir o primeiro ponto da pauta, tendo sido aprovada uma nova data para um novo CEB (10 de Junho).  Hoje o DCE se encontra em um estado de paralisia, longe dos estudantes e das pautas do movimento estudantil, como p corte da gratuidade do RU da sede, os preços exorbitantes da alimentação na cantina da UAG ou a proibição de venda de lanches na UAST (que não possui RU nem cantina).



                    Definitivamente a gestão “Mais Vale o que Será” não foi!






 O próximo CEB foi marcado para o dia 10 de junho, na sede da UFRPE. 








quinta-feira, 10 de abril de 2014

ASSEMBLEIA GERAL ESTUDANTIL - UFRPE.

 
Na Universidade Federal Rural de Pernambuco em outras universidades, os professores estão discutindo a probabilidade de greve. Tivemos uma experiência recente de greve, e com ela adquirimos experiências novas. O engajamento dos estudantes, na última greve foi notável. Participamos inclusive das reuniões do comando de greve. O DCE na gestão Resistência,  participou das greves dos professores e dos técnicos. Enquanto gestão, passamos em sala solicitando o apoio dos estudantes, argumentando que essa greve não tinha apenas caráter econômico, mas que lutava por uma educação de qualidade. Nas assembleias levávamos a pauta dos estudantes exigindo que o comando de greve incorporasse a sua pauta.  Fizemos várias atividades mesmo na greve, sendo uma delas o Seminário de Assistência Estudantil que ocorreu em Unidade Acadêmica de Garanhuns; lutamos pela permanência dos estudantes na Casa 2 e obtivemos vitória.  Durante a greve organizamos uma comissão que se reunia com a reitoria para acompanhar as ações da reitoria quanto a nossa pauta de reivindicação. Nossa participação foi intensa nas lutas, fomos inclusive para à Marcha a Brasília. Foram quatro meses de greve, as conquistas foram ainda poucas, mas fortaleceu a luta dos três segmentos da UFRPE.

Agora nos encontramos em mais um momento de clima de greve em nível nacional, a questão é que os estudantes, esta tendo pouco espaço nesse debate. Os estudantes precisam ser ouvido nessa questão, pois nenhum movimento no âmbito da educação pode ter bons resultados se não tiver o apoio dos estudantes. Nós somos o principal segmento da Universidade, tudo que ocorre na UFRPE nos diz respeito. É por esse motivo que vários estudantes se envolveram nas greves dos professores e dos técnicos, pois as condições de trabalho dos professores e dos técnicos afetam nossas vidas diretamente. Precisamos dizer nossa opinião, sobre essas questão, não podemos ver as coisas acontecerem sem agir. É por esse motivo que o movimento Resistência vai se reunir na próxima segunda-feira, dia 14 de abril, no Cegoe, às 13:00h para discutirmos essa questão. Lá os estudantes vão decidir sobre a sua posição acerca da greve, todos terão direito à voz e voto, o resultado da votação vai ser divulgado em panfleto explicando como foi dada a posição dos estudantes na reunião. Participe!!!

terça-feira, 25 de março de 2014

50 anos do golpe militar e a luta pela memória, verdade e justiça



O ano de 2014 será um marco para nossa história. Mas, não pelo fato de ser o ano de Copa do Mundo e sim, porque é esse o ano que marca 50 anos do período da história do povo brasileiro simbolizado pela violenta repressão e exploração dos trabalhadores e da nossa juventude, justificada pelas ações fascistas do Regime Militar (1964-1985). Em 31 de março, serão 50 anos do golpe militar brasileiro, anos que devem ser relembrados no sentido de trazer à tona a busca pela memória e a luta pela justiça.
A UFRPE foi palco da forte repressão que o regime militar impôs a juventude e todo povo brasileiro, tendo como reflexo disso, uma das universidades que mais sofreu com o golpe. Foram muitos os estudantes que tiveram de abandonar seus cursos, por meio do decreto 477, decreto lei previsto pelo AI5, que cassava as lideranças dos movimentos sociais e estudantis. Odijas Carvalho de Souza que foi morto sobe tortura, foi vitima desse arbitrário decreto. Mesmo com o forte aparelho repressor, o trabalho do movimento estudantil na UFRPE permaneceu ativo e combativo. As formas de luta foram evoluindo de abaixo-assinado a greves; ocupação do R.U. ao aprisionamento do reitor. Essas lutas foram lideradas por estudantes que hoje fazem parte dessa história ainda tão pouco contada, a história de resistência da nossa juventude e a nossa luta por uma universidade pública de qualidade e um Brasil livre e igualitário. Valmir costa, Pedro Laurentino, Juares Gomes e José Moura estudantes e diretores do DCE e DA’s representaram mesmo na clandestinidade a juventude da UFRPE nos Congressos da UNE (União Nacional dos Estudantes) e UEP (União dos estudantes de Pernambuco), bem como, nas ações de rua, como a passeata dos 30 mil em junho de 1968.
Dentro desse contexto histórico tão importante e honrado do movimento estudantil na luta pela redemocratização do nosso País, a UFRPE estará realizando pelo Departamento de História e em conjunto com a Associação dos Profissionais de História – Seção Pernambuco, a Universidade de Pernambuco, a Administração de Fernando de Noronha e a Secretaria Executiva de Justiça e Direitos Humanos – SEJUDH o seminário: O GOLPE PASSADO A LIMPO: 50 ANOS DEPOIS.

Programação do evento
O evento contará com a participação de ex-presos políticos, Comissão e Comitê da Memória Verdade e Justiça do Estado, Centro Cultural Manoel Lisboa e vários nomes que lutaram pela redemocratização do Brasil e que continuam na luta pela punição dos responsáveis pelo golpe militar.
O movimento Resistência, que tem em suas raízes a luta desses estudantes e que na sua reconstrução em 2006 passou a adotar esse nome em homenagem aos lideres estudantis desse período e a todos os estudantes que com bastante combatividade resistiu às ações do regime militar vem parabenizar a organização do seminário e reiterar nosso total apoio a todas as ações que levantem a bandeira pela memória, verdade e justiça. Devemos honrar a nossa história e lutar para que ela seja restabelecida com base na verdade.  Convidamos todos os estudantes da UFRPE a participar do seminário que ocorrerá nos dias 1 a 4 de abril no CEGOE, para assim, dar mais um importante passo na luta pelo restabelecimento da verdade e a luta pela justiça.
Para que nunca se esqueça. Para que nunca mais aconteça!
Maiores informações, acesse: http://ufrpedahis.blogspot.com.br/

sábado, 8 de março de 2014

Homenagem Do Movimento Resistência ao Dia Internacional da Mulher













                        
                                                    Costela do mundo. Amparo, Das Dores.
                                                    As dores da terra. Dolores, Duzinha.
                                                    Rainha da guerra. Jovita, Dandara
                                                    A mãe do cangaço. Maria Bonita
                                                    Aflitas nas praças. Las madres de mayo
                                                    Balaio nos ombros. Las madres de siempre
                                                    Calvário nas ruas. Mulher meretriz
                                                    O canto da vida. Mercedes, Ellis
                                                    Esposa da luta. Anita, Olga,  Iara
                                                    Mulheres anônimas que ninguém repara
                                                    Não importa o nome, não importa a cara
                                                    A mulher que luta é a que honra a saia.


                                                               Pedro Laurentino*











*(Pedro Laurentino Reis Pereira, que foi estudante de Agronomia da UFRPE, e, como militante do movimento estudantil e social da década de 1970, foi presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (DCE/UFRPE - 1977/1978), diretor de Exatas da UNE (1979) e presidente de Reconstrução da UEP (1980/1982). Atualmente Pedro Laurentino é diretor de Formação Sindical do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Piauí (SINTRAJUFEPI) e tem como principal luta ações pela abertura dos arquivos da ditadura militar e punição dos torturadores. o DCE da UFRPE leva seu nome, e Odijas é o patrono da entidade, a partir de sugestão de Pedro Laurentino, durante os anos de 1979/1980, em uma assembléia de estudantes.)